Sobre o autor
 
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English


The author of eleven books of poetry, along with several translations and an anthology of contemporary Brazilian poetry he co-edited, Régis Bonvicino has come to be recognized as one of the most talented and innovative of Brazilian writers. Bonvicino's poetry combines an intense, sprung lyricism with an engagement with artifice of poetic construction. His poems are filled with the imagery of nature, but it is also very much about the dystopia of urban spaces, and especially São Paulo, where he lives. And while his poems often contain narrative passages, for the most part Bonvicino's work is centered on the play of sound and syntax, of rhyme and intense rhythmic shifts. Among his many publications are Página órfã, Ossos de borboleta, 33 poemas, Más companhias, Remorso do cosmos, Primeiro tempo, and a children's book, Num zoológico de letras. English translations of his work (by many hands, from Michael Palmer to Robert Creeley) are collected in Sky Eclipse (2000, Green Integer). Bonvicino has edited and translated Oliverio Girondo's work and books by Jules Laforgue, Robert Creeley, Charles Bernstein and Douglas Messerli. He also edited the correspondence of Brazilian poet and novelist Paulo Leminski and is especially engaged with the work of Brazillian poets Carlos Drummond de Andrade, Decio Pignatari, and João Cabral de Melo Neto. Bonvicino is editor of Sibila after eleven print issues, the magazine has now moved on-line. His author page is at regisbonvicino.com.br and his PennSound page.

Português

Régis Bonvicino nasceu na cidade de São Paulo, em 25 de fevereiro de 1955. Formou-se em Direito pela USP, em 1978.

Entre suas participações em leituras de poesia, no âmbito internacional, destacam-se as atuações em Coimbra, Santiago de Compostela, Buenos Aires, Paris, Marselha, Chicago, San Francisco, Los Angeles, Hong Kong, Filadélfia, New York, Santiago do Chile, cidade do México, entre algumas outras cidades.

Seus três primeiros livros (plaquetes), Bicho papel (1975), Régis Hotel (1978) e Sósia da cópia (1983) foram por ele mesmo editados. 

Seus poemas estão traduzidos para inglês, espanhol, francês, chinês, catalão, finlandês, dinamarquês e outras línguas.

Fundou, em 2001, e codirige, ao lado de Charles Bernstein, a revista Sibila, que, em 2007, tornou-se exclusivamente eletrônica.
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